Vitchenzo Manfron Caliari é curitibano de Santa Felicidade. Peregrino de vocação literária, habita os intervalos entre a literatura e filosofia, fazendo de suas inquietações matéria-prima para uma obra em permanente construção.
Com formações partindo dos negócios à computação e à psicanálise e filosofia, é um leitor compulsivo e observador, faz de cada encontro e vivência um laboratório de linguagem e experimentos. Atravessa ruas, bibliotecas, cidades e ruínas com o propósito de capturar e decifrar o que é deixado pela humanidade, convertendo em escrita aquilo que o mundo oferece de mais contraditório e inquietante. Também influenciado pela filosofia pós-estruturalista, movimentos contracultura e vanguarda, seu pensamento flui através de linhas de fuga e sua escrita nasce do atrito entre a tradição e a experimentação, transitando entre a filosofia, a literatura, o cinema, a música e a arte.
André Breton, Antonin Artaud, Bob Dylan, Clarice Lispector, Dalton Trevisan, Dante Alighieri, David Lynch, Edgar Allan Poe, Edvard Munch, Emil Cioran, Ezra Pound, Fernando Pessoa, Ferreira Gullar, Fiódor Dostoiévski, Francis Bacon (pintor), François Truffaut, Georges Bataille, Gilles Deleuze & Félix Guattari, James Joyce, Jim Morrison, John Keats, Júpiter Maçã, Leonardo da Vinci, Lord Byron, Percy Bysshe Shelley, Pink Floyd, René Magritte, Rogério Sganzerla, Rogério Skylab, Søren Kierkegaard, Syd Barrett, Van Gogh, William Burroughs e William Shakespeare.
Poeta que com seus 20 e tantos anos de existência e algumas mortes acumuladas, faz de seu cárcere curitibano, seu canteiro de obras, no qual constrói seus cantos sobre os mortos, para os vivos.
Formado em Filosofia e pós graduado em psicanálise, sua ansiedade conjunta de sua neurose obsessiva, torna-se sua obra prima e sua força motriz, em sua produção artística e intelectual, na busca por uma postura afirmativa diante do caos inesgotável.
De dieta antropofágica, amplamente influenciado pela filosofia pós-estruturalista, pela literatura fantástica latino americana, pelas manifestações de contracultura e pelos movimentos de vanguarda como o tropicalismo e o cinema marginal brasileiro, busca valorizar manifestações dionisíacas que rompem com formas fixas e formalismos. Reconhecido por seu gosto pelo experimentalismo e sua escrita pulsante, por seu gosto pela cacofonia e a colagem mesmo em uma eterna e incansável busca pelo silêncio, por seu ateísmo aficionado por mitos e pela ideia de deus e por seu posicionamento político anti-narcisista, auto intitula-se um anarco-tropicalista, em uma busca quase messiânica por uma nova vanguarda.
Jorge L. Borges, F. Nietzsche, Leonard Cohen, Antonin Artaud, Gabriel García Marques, Georges Bataille, Deleuze, Hilda Hilst, Roberto Piva, Lourenço Mutarelli, Orson Welles, Rogério Sganzerla, Tropicalistas, Hieronymous Bosch, David Lynch, Monty Python, William Blake, Graciliano Ramos, Nelson Rodrigues, dramaturgos gregos e Michel Foucault.
Nos pague um café!
Seja apoiador